quarta-feira, 29 de junho de 2011

MONTE CASTELO-a história da guerra do amor

 No ano de 1944, o Brasil travava as sangrenta segunda guerra mundial, ao mesmo tempo nascia um grande romance entre Liliam - uma garota de 22 anos jovem e bonita, trabalhava em um hospital como inferneira deis dos seus 19 anos, sua vida é caumã, nascida na capital (Rio de Janeiro), foi morar em São Paulo, la conheceu João Paulo um estudante de 20 anos, totalmente foi paixão a primeira vista.
 Liliam estava no hospital sarando um machucado de uma garotinha:
Liliam-como foi que você se machucou?:
Garotinha-eu tava no balanço e cai rrr!:
Liliam-pronto vai sará rapidinho nem vai doe:
Garotinha-brigado minha mãe vai vim me buscar:
Liliam-junto com seu pai?
Garotinha-não ele foi para guerra!
Liliam-ai eu sinto muito, mas não é tão ruim
Garotinha-é sim já faz 3 anos que eu não vejo ele:
Liliam-é mas, quando eu tinha mas ou menos ums 10anos, meu pai foi lutar na revolução de 1930:
Garotinha-Nossa e como você ficou?
Liliam-no começo foi ruim mas depois, eu comecei a gostar, sabe por que?:
Garotinha-por que?
Liliam-ele escrevia com migo de cada 2meses, e me contava como era lá, ai eu contava pras minhas amigas na minha escola, e todo mundo queria ouvir as historias que meu pai me contava:
Garotinha-a que legal eu também vou fazer isso..:
Liliam-rara bom fica aqui que sua mãe já vai vim ta bom.
Garotinha-ta bom, brigada...
Liliam volta para o a sala do medico Breno seu chefe, que estava ouvindo radio:
Liliam-A garota já se recuperou, bom e agora tem mais alguma missão?
Breno-A sim um estudante acabou de chegar está la em baicho!
Liliam-A sim, já estou indo!
 Antes de sair o locutor de Radio falou uma coisa que chamou a atenção de Liliam:
Locutor- Hoje dia 15 de Outubro de 1944, estudantes fazem rebeldia no centro de São Paulo, e é reprimida por Militares do Estado Novo, seu Seletíssimo Presidente da Republica Getulio Vargas, pronunciou que a Guerra está tomando todo o tempo do governo, que procurara uma solução para grevistas e estudantis.
Liliam fecha a porta novamente e vai em direção a Breno:
Liliam-mais mortes, será que Getulio não sabe que uma ditadura, não ajuda nessas horas:
Breno-Ele sabe o que faz, ele prometeu uma abertura politica ano que vem, como ele mesmo diz, o governo está focado para Guerra.
Liliam virou na hora estresi talvez , já que Breno é Maquis ista, apoiava seu governo, Liliam saiu em direção a sala de espera do hospital, logo que chegou se deparou com dois jovens, vai em direção a eles e pergunta:
Liliam-posso ajuda los?
Maurio-sim meu amigo se acidentou, caindo da bicicleta.
Logo que Liliam olhou para o ferimento do rapaz percebe que não era só um ferimento feito por ma queda e sim por porrete, mas sabia que eles não iriam dizer.
Liliam-bom me ajude a leva lo para sala de izames.
Maurio-Sim senhora.
 Em quanto iam ao quarto surpreendia Liliam, que o rapaz não falava nada até pensar que ele fosse mudo, deixando ele na cama da sala de sirlugias.
Liliam-vou dar uma olhada pra ver se não quebrou nada.
Maurio-ele vai ficar bem?
Liliam-Sim ele vai, Maurio seu nome não é?.
Maurio-sim esse mesmo.
Liliam-pode me dar lisença por favor?
Maurio-claro, to aqui no corredor.
Liliam-sim, obrigada.
Liliam persebeu que perto de seu amigo o rapaz não iria falar, ele fez augums curativos apenas para perguntar.
Liliam-Qual seu nome?
Com uma voz fraca e revelante o garoto responde : -João.
Liliam-você caiu de biciqueta? foi isso?
João-sim foi.
Liliam-um garoto da sua idade caindo de bicicleta, você dve ser um ou dois anos mais novo que eu!
João-tenho 20 anos.
Liliam-oque você fais?
João-Curso Direito, na Universidade do Rio de janeiro.
Liliam-A que bom, mas que tau você me contar o que realmente aconteceu?
João-não posso!
Liliam-por que?
João-você trabalha pro DOPS ?
Liliam-jamais, sou democrata mas não me envolvo com o governo, pu risso eu preciso saber o que é!
(João olhou para baixo invitando contacto visual com Liliam).
João-eu sou estudante, um grupo de protestantes do governo de Getulio.
Liliam-nós?
João-é nós, mas nada já falei de mais, eu vou ficar bem?
Liliam-então se feriu naqueles protestos contra a policia?
João-sim senhora.
Liliam-não me chame de senhor, pode me chamar pelo meu nome Liliam, está certo?
João-ta bom, eu posso ir, sim você pode ir.
 Liliam ajudou joão a se levantar, levou ele junto com seu amigo, juntos entraram em um fusca e sumiram, deixando Liliam com uma duvida se ela se apaixonol por joão ou não, ela não fez ficha de João, pelo fato dele estar seno procurado, poderia complicar sua situação.
 Quatro dias depois, Liliam estava em casa, já passava das 8 da noite, ela estava centada na sala junto com seu Avô Maurio e sua Mãe Lúcia , com que morava, ouvindo musica e seu avô contar histórias do arco da velha, coisa que os três adoravam, de repente batem na porta, Liliam levanta e vai atender a porta, quando abre é João.
Liliam-João-falou surpresa por sua visita aquela hora!
João-Eu vim chamar você para comversar?
Liliam vai com João ate um parque na frente de sua casa.
João-você ficou bem depois que eu sai, ninguêm te perguntou nada?
Liliam centou no blanço do parque e respondeu.
Liliam-não, por conhecidencia ninguêm viu você saindo ou entrndo, e se viu nem repararm-terminou com uma rizada.
João-melhor assim, eu já vou me formar ai tudo vai acabar.
Liliam-Rá vocês jovens vivem como se fosem o utimo dia.
João-mas e claro se não, o que adianta viver e morer sem ter feito nada de ultil




         

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